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Atrações do Santa Jazz Festival 2022: 03 a 05/06

03/05 – Sexta


21h00 – Cama de Gato

Com seis CDs na bagagem, o grupo instrumental Cama de Gato foi fundado em 1985 pelos músicos Pascoal Meirelles (bateria) e Mauro Senise (sax e flauta). Até 1994, o grupo lançou três CDs, sendo que o primeiro vendeu mais de 75 mil cópias, um feito para a música instrumental brasileira. A partir de 94, Jota Moraes assume os teclados e introduz o vibrafone em algumas faixas, o que dá ao som do grupo uma cor especial.
Neste mesmo ano, Mingo Araújo se junta ao Cama de Gato, acrescentando sua percussão cheia de brasilidade. Mais dois CDs são lançados: “Dança da Lua” e “Amendoim torrado”. Em 2003, foi lançado o novo disco, “Água de chuva”. Uma das marcas registradas do grupo é trabalhar com composições dos próprios músicos. “Não é uma atitude exclusivista. É que gostamos de tocar nossas músicas. Não tocamos material alienígena”, brinca Pascoal Meireles. O Cama de Gato faz turnês pela Europa e pelo Brasil, já tendo se apresentado no famoso Town Hall em Nova York.

Jota Moraes (teclados), Mauro Senise (sax e flauta), Pascoal Meirelles (bateria), André Neiva (baixo) e Mingo Araújo (percussão).

 

 

22h00 – Taryn

Cantora e atriz, Taryn traz em seus espetáculos uma performance vocal vigorosa influenciada pelas grandes cantoras do Jazz & Blues aliada a estética das atrizes do cinema clássico de Hollywood das décadas de 40 e 50. Alcançou destaque como a maior intérprete feminina de Jazz&Blues no Brasil, escalada nos grandes festivais do gênero anualmente, sempre acompanhada por renomados instrumentistas.
Taryn é a quinta geração de uma família de grandes músicos e maestros , como seu tio avô Wladislaw Szpilman que teve a vida retratada no filme de Roman Polanski vencedor do Oscar, O Pianista, seu avô Waldemar Szpilman, parceiro do renomadíssimo compositor Heitor Villa Lobos, e seu pai Marcos Szpilman, maestro-fundador da Rio Jazz Orchestra, big band pioneira do Jazz no Brasil, onde Taryn nasceu e cresceu, se aprofundando como artista na sua tradição familiar do Jazz&Blues.

Taryn gravou 4 cds solo, destacando-se o seu mais recente Nouveau Vintage Café, onde conseguiu uma alquimia especial, e tem entre seus convidados desde jazzistas americanos a exímios sambistas brasileiros, flertando com tendências contemporâneas como o trip hop, e electro swing além de celebrar canções do blues de raiz.

 

24h00 – Lorenzo Thompson

Lorenzo Thompson nasceu na cidade de Greenwood, no Mississippi, nos anos 50, mudando-se para Chicago com sua família quando tinha 5 anos. Como muitos jovens de Chicago, sua primeira experiência de canto foi no coral da igreja. Ele é um artista verdadeiramente dinâmico que tem a capacidade única de se conectar com o público em todos os lugares onde se apresenta. Lorenzo Thompson é um artista marcante, que as pessoas sempre voltam para vê-lo. Sua energia é contagiante e ele transforma cada show em uma grande festa.
Nos últimos dezoito anos, Lorenzo Thompson tem se apresentando por todo circuito de Blues Americano, principalmente em Chicago. Lorenzo se apresentou em festivais importantes ao lado de artistas consagrados como Son Seals, Koko Taylor, Huey Lewis and The News e Lonnie Brooks. Lorenzo excursionou pela Europa se apresentando na Espanha, Alemanha, República Tcheca, Viena, Áustria, Hungria, Polônia e Moscou. Em sua rota na América do Sul estão o Chile, Argentina, Paraguai e Brasil.

 

04/06 – Sábado


12h00 – Alexandre Borges

Com shows realizados dentro e fora do país, Alexandre Borges (guitarrista/violonista) é oriundo de uma família de músicos e tem como influência os grooves e as harmonias do “Smoth Jazz”, do “Jazz fusion” e da “Música Brasileira”. Acompanhado dos músicos Eliel Moura(baixo), Alexandre Matos(teclado), Sérgio Rouver(saxofone) e Mazinho Lima(bateria/percussão), Alexandre Borges compõe o seu exímio Quinteto. Com um show dinâmico, técnico e dotado de muitos improvisos, o quinteto expressa a virtuosidade de cada músico e representa, com muita qualidade, o cenário da música instrumental moderna.

 

13h00 – Amanda Bravo

Começou como brincadeira, pequena, a arranhar o violão do pai, Durval Ferreira. Brincava durante seus momentos de criação, brincava nos estúdios, brincava com os artistas, com as fitas, com os discos. E absorvia música naquela atenção infantil. Seu pai foi um dos criadores da Bossa Nova, violonista de assinatura ímpar, compositor de sucessos executados em todo o mundo como “Estamos Aí”, “Batida Diferente”, “Tristeza de Nós Dois”, entre outras, e produtor musical.
Aos 23 anos, após concluir a faculdade de marketing, optou pelo palco: virou atriz. Além disso, também assessorava o pai em shows e produções, ambiente que sempre circulou com desenvoltura e totalmente à vontade.

E começaram as participações especiais em shows do pai, de amigos… e começaram seus shows. Quase sem perceber, a música foi tomando a frente de sua história. Foi então que, sob orientação dos mais sabidos, optou por investir no estudo e pesquisa musical. Conhecer o que poucos conhecem de Tom, Vinícius, Carlos Lyra, João Donato, Dolores Durán… conhecer a Bossa Nova e suas diferentes versões, pesquisar o que está escondido, o que poucos sabem, resgatar, somar, multiplicar, adicionar. Então, aflorou o que trazia desde o berço: a música brasileira, a Bossa Nova e o Sambalanço.

15h00 – New Bossa Quartet 

O grupo de música instrumental New Bossa Quartet surgiu da vontade de quatro ícones da musica brasileira, reconhecidos internacionalmente, com carreiras solos de sucesso, unirem-se para ressignificar este estilo musical. Todos os quatro integrantes: Pascoal Meirelles, Nivaldo Ornelas, Sérgio Barrozo e Osmar Milito, constam da discografia original da Bossa Nova. Com sessenta anos de uma bem sucedida carreira musical em plena atividade. O intuito deste grupo é mais uma vez mostrar ao mundo a força da música brasileira através do seu gênero mais conhecido: a bossa nova.

 

 

20h00 – Ferna

O pianista da FAMES (Faculdade de Música do Espírito Santo) que atua no mercado fonográfico de Vitória há mais de uma década ao lado de bandas e artistas capixabas, coloca em prática o conhecimento acumulado no universo musical formando sua banda inspirada nos quartetos de Jazz.
Com o recém lançado EP e um Compacto Duplo, Ferna já participou de diversos fonogramas como instrumentista ao lado de produtores reconhecidos nacionalmente como Sérgio Benevenuto e Ézio Filho (Zélia Duncan), da mesma forma que já se apresentou em grandes festivais como Grito Rock (MG), Paraty Bourbon Festival (RJ) e Festivais de Jazz e Blues pelo ES.

O artista lançou o “Especial Bossa Nova”, uma live documentada sobre a bossa, em que além da performance musical aborda conteúdo informativo sobre o estilo musical como características gerais bem como o surgimento da bossa no contexto histórico da música popular brasileira. O show atual do pianista com banda (em quarteto) traz no repertório clássicos do standard, e leituras em jazz, clássicos da bossa nova e canções em seu estilo tropical R&B.

 

21h00 – Zizi Possi

Sempre elogiada e reconhecida por seu timbre único, afinação, interpretação, técnica e musicalidade excelentes, Zizi Possi, nunca se restringiu a um gênero musical, e apresenta neste show a extensa gama de ritmos e gêneros musicais que na sua voz, alcançaram notoriedade, como o caso de: Pedaço de Mim, Asa Morena, Caminhos de Sol, Meu Erro, A paz, Corsário, O Que é O Que é, Começo Meio e Fim, e algumas músicas italianas, como Per Amore, Io Che Amo Solo Te, Canzone Per Te, entre outras canções inéditas em sua voz. Zizi assina a direção musical dos seus trabalhos, personalizando assim de ponta a ponta a criação e apresentação. Enfim, um show que conta a sua trajetória e o caminho percorrido pela própria MPB no Brasil.

 

 

22h00 – Jimmy Burns

Cantor, guitarrista e compositor, Jimmy Burns é um bluesman contemporâneo que combina as suas raízes Delta com R & B e alma para chegar a um som exclusivamente seu. Burns é um artista carismático, expressivo, com alma, voz e um estilo de guitarra autêntico do blues.. Nascido perto de Dublin, Mississippi em 1943, Burns, era fascinado por música desde cedo. Ele amava os sons que saem da igreja, e os blues que ouviu nas ruas. Burns cantava na igreja e aprendeu sozinho a tocar guitarra, enquanto ele ainda estava no Delta. Um de seus favoritos artistas preferidos foi Lightnin ‘Hopkins.

Como R & B voltou ao soul nos anos 60, Burns gravou alguns singles por gravadoras Independentes. Ele formou sua própria banda no final dos anos 60 chamado Jimmy Burns e Gás Company. Com o blues nunca está longe de sua alma, Burns, voltou a tocar em tempo integral em meados dos anos noventa. Ele começou com um show regular em Smokedaddy, em Chicago, e não demorou muito para Bob Koester da Delmark Records assinar para gravar o CD Leaving Here Walking. Isso motivou Burns à retomar turnês pelo mundo, para divulgar seus discos. É um artista premiado, ganhador de Best Blues Record of The Year, pela National Association of Independent of Record, Big Bill Broozy, pela Academie Du do Jazz, indicado ao Handy Award. Jimmy Burns anualmente excursiona por todo o país, Europa, Canadá, Japão e América do Sul.

 

05/06 – Domingo


13h00 – Rogério Bezerra 

Rogério Bezerra nasceu em Maceió, lugar de importantes e talentosos músicos do nosso Brasil. É de lá, que ele trás na bagagem influência da sonoridade nordestina para compor Maceyork, nome de uma de suas composições e do show que apresentará no Santa Jazz Festival de 2018. Uma mistura equilibrada de muitos ritmos e estilos de alguns compositores de excelência como: Egberto Gismonti, Luiz Gonzaga e Djavan, entre outros, que farão parte deste delicioso cardápio musical.
Produtor, arranjador alagoano, músico querido que gravou em diversos Cds capixabas.

Entre os músicos com os quais colaborou ou colaboraram com ele, estão: Arthur Maia, Carlos Bala, Cláudio Zoli, Lecy Brandão, Flávio Venturini, Miele, Victor Biglione, Marcos Suzano, Loalwa Braz, Luck Mervil (Canadá). O mais recente, o querido Roberto Menescal. Rogério Bezerra também participou da banda, Aquarela do Brasil representando o Brasil na reunião dos países do Mercosul na Argentina. Tocou na banda Dallas Company, como tecladista, diretor musical e arranjador, com quem se apresentou em grande parte do país. Roger também é um dos músicos mais atuantes no cenário musical capixaba e nacional.

Rogério Bezerra nos teclados, Hugo Maciel no baixo, Renato Rocha na bateria, Roger Rocha sopros.

 

 

15h00 – Tony Gordon

Sobrinho de Dolores, Tony Gordon não apenas enfatiza a importância da função do ‘crooner’ no embornal de nossa cultura, como reaviva e faz emergir a importância de seu pai, o cantor Dave Gordon, ‘crooner’ cuja importância ainda encontra-se elidida pela desmemória costumeira vigente em nosso país. Com mais de 32 anos de carreira, aclamado em casas do Brasil e do mundo inteiro que enaltecem a música, Tony Gordon lança-se em uma desbravada aventura pelo Blues, Soul e Jazz ao reunir um repertório de músicas consagradas e rearranjá-las ao seu estilo característico.

Em 2019, sagrou-se vencedor da edição brasileira do programa The Voice Brasil, no qual apresentou sua versatilidade cantando desde clássicos dos Beatles, à composições nacionais de Roberto Carlos e Tim Maia. Aclamado pelo público, foi eleito campeão do programa com mais de 6 milhões de votos. Composições que ganharam o mundo nas vozes dos maiores cantores de diversos estilos, convergem para o timbre cativante de Tony Gordon em um show dedicado à releituras de tirar o fôlego. Um momento que o próprio artista batizou de “Soul Grandpa”. Um “avô” do Jazz, relendo estilos cativantes em um show com muito peso. Essa versatilidade é Tony Gordon.